segunda-feira, 1 de junho de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015
NÃO ENTENDO...NÃO FOI ASSIM TÃO BOM!!!
Não foi assim tão bom... A dia 22
de Março de 2014 fechei para obras. E que obras! Um ano e dois meses depois, no
dia 22 de Maio de 2015 abri a loja. Não sei o que correu mal... Mas não foi
assim tão bom! Ou o vernissage não foi o adequado ou o serviço do catering
foi confuso… Ainda hoje penso no que terá corrido mal!
Só sei que me estreei com algo que
cobiçava desde que a Paxulé nasceu. Era moda!!! Todos bebiam um Gin Tónico enquanto
engoliam fatias de sashimi ou trincavam um belo de um temaki… eu, quase cuspi…BLARGH!!!
Foi uma autêntica luta de
hemisférios. O esquerdo “Pim” pensava na Paxulé, no ser mãe, no leite nas mamas
a ficar conspurcado e a consciência de ficar bêbada. O direito “Pum” pedia
sofregamente para abrir a glote e entornar o Gin Tónico de uma só vez…
Conclusão, bebi meio Gin, fiquei
cheia de dores de cabeça e o sushi não me soube assim tão bem… Para a próxima,
já decidi, bebo um chá japonês. Livra! Estragar sushi…isso nunca!!!
O melhor desta história é que já não é preciso ir às sessões dos alcoólicos anónimos e a Paxulé tornou-se independente da mama…
Eu bem disse, que se um dia fosse
mãe mudaria e na realidade mudei… quer dizer a mini que bebi no sábado foi um fidedigno
festival no meu organismo… agora só falta os tremoços e os caracóis… mas essa
história ficará para outras núpcias.
domingo, 10 de maio de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
ESTOU EM DEPRESSÃO FOTOGRÁFICA!!!
Quem tiver fotos nossas grávida e não grávida que me envie, se faz favor, para ver se estas hormonas se equilibram!!!
segunda-feira, 27 de abril de 2015
25 DE ABRIL SEMPRE ! BERÇO NUNCA MAIS !
Chegou a grande
noite e que grande trapalhada...
Foi preciso comer arroz de pato, na véspera do 25 de Abril para tudo acontecer… E que belo arroz do Pato!
Todas empolgadas,
Mary, Eva e Joana esperavam ansiosamente pela última mamada da Paxulé, enquanto
o pai Pato atacava umas aldeias no iPhone, e, eu nostálgica com a mama de fora
previa que não passaria dessa noite.
- Já adormeceu. Vou
pô-la na cama. - E fui.
Bastou voltar
para todas perguntarem em uníssono…
- Está na cama
dela ou no vosso quarto?
- No nosso quarto…
ups! Não consegui mete-la na caminha dela… então e se depois acorda, ou se tem
frio… sei lá… - Respondi.
Riram-se e gozaram,
ao mesmo tempo, que o pai Pato encolhia os ombros e clicava energeticamente no ecrã
do iPhone na convicção que atacava com sucesso mais umas quantas aldeias.
Em excursão
silenciosa fomos até ao quarto onde a Paxulé já dormia. Eva fez sinal e eu
aprovei… Parecia uma missão das forças especiais.
Meio trapalhona,
mas com extremo carinho, Eva pegou na Paxulé, e fomos entre risadas da Mary até
ao quarto da cama de grades… Chegadas ao local. Eva não consegue terminar a
missão e Paxulé dispara em choro estridente!
- Oh! Meu Deus!
Acordouuuuu - foram as nossas palavras.
- Aiiii... Se não fosse o ângulo errado e aquela rotação de 180 graus finais, tinha conseguido! - diz preocupada Evita linda.
- Aiiii... Se não fosse o ângulo errado e aquela rotação de 180 graus finais, tinha conseguido! - diz preocupada Evita linda.
Pai Pato, aparece
com o casaco de Capitão MOR vestido e delega as nossas funções.
Tu, apaga as
luzes! Tu, liga o intercomunicador. Tu, liga a música nº2. E agora, temos de sair
do campo de visão da Paxulé. Shhhhhhh! Shhhhhh! Shhhhhhh!
Imediatamente
cada destinada fez o que lhe competia e ficámos sentadas à volta da cama de
grades, enquanto Paxulé era contaminada pelo sono e adormecia…
Finalmente
adormeceu e só acordou eram 9h30 da manhã.
Como recompensa, na
manhã do 25 de Abril, o pelotão da cama de grades foi à Marianita comer um
requintado pastel de nata.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Quem muito come, muito caga!!!
Sempre foi o lema cá em casa... Já vem dos nossos antepassados e seus descendentes.
Lembrar que o avô fazia canções de flatulências, ou o primo que no meio da conversa "larga" um ponto final, até mesmo nos almoços de domingo ter de passar pela porta da casa de banho com uma máscara antigás, ou ver um tio a correr para a sanita, é o nosso dia-a-dia.
Mas a coisa mudou. Bastou ficar grávida, para o ritual da manhã mudar e não conseguir sair de casa mais aliviada e leve, a saltitar de nenúfar em nenúfar!
Qual enjoos, qual quê! Esses nunca os senti! Agora prisão de ventre!!! Essa foi muita... Foi tanta que ainda hoje sofro e por mais bifidus activus que beba, o trânsito intestinal teima em estar lento e a sensação de barriga inchada veio para ficar!!!!
Quando "explodi" a Paxulé, ainda na maternidade, o Dr. Vítor ficou impressionado com o tamanho da minha pança e depois de me examinar, conclui-o:
- Bem... Isto são tudo gases que têm de vir cá para fora. Ouves isto? - Batendo na barriga - Até podes fazer músicas, parece um tambor! – Riu-se.
Lá viemos para casa cheios de medicamentos, que fossem capazes de largar gases...
Mais os pensos xxl e as cuecas-fraldas etc e tal. Aquilo era uma orquestra lá em casa!
Fiz de tudo, o que há para fazer, exercício físico, comi alimentos ricos em fibras, cheguei a beber 3 litros de água por dia (parecia um aquário), aveia ao pequeno-almoço, ameixas, um copo de água quente logo quando acordo, famoso laevolac, que me acompanha desde o terceiro mês de gravidez...... Mas a prisão de ventre ficou e está a demorar a bazar.
... Mas tal como eu, sofre a Paxulé!!!
De punho erguido, lá “vomitava” aquele choro estridente, gritado e aflitivo... com as pernas esticadas, a barriga dura ou oca… Tinham chegado as faladas cólicas. Uns phones para proteger os nossos ouvidos, nessas alturas, nem é mal pensado.
Estratégias de colo ou a recriação do ambiente uterino, as massagens, os sons do shhh, do aspirador, da ventoinha etc., o saquinho de água quente, ou o saco das sementes na barriga, o famoso bebe gel e a estimulação, os areo-on, infacol, infacalm, gripe water, muito carinho e dedicação foi a nossa ocupação nos primeiros 4 meses.
- É normal Vanessa, um bebé que mame ao peito, até pode ficar uma semana sem fazer cocó. Não te preocupes, isso passa - Diziam no Centro.
Porra, nunca deixei que isso acontecesse! Imaginem, ficarem uma semana sem cagar?! Livra!
De três em três dias, no máximo, lá recorríamos ao Melilax, um laxante natural de mel, e, pimba passado uns minutos lá se ouvia a chegada da Sra. Cagada!!!
Ficávamos todos contentes e a Paxulé ria e ria e depois dormia. O descanso familiar reinava nessa noite.
No dia seguinte, tudo recomeçava...
Amigos e parentes, carinhosamente diziam:
- Vais ver, que quando ela começar a comer sopa, vai fazer muitos cocóoss!!!!
Acreditei. Fazíamos contagem decrescente para o dia da primeira sopa. Ansiosos, para que os legumes fizessem o seu trabalho...mas dia chegou e nada!
Comia, comia e comia e a fralda sempre limpinha.
-Ó meu Deus! Ela vai explodir! - pensei - vou já falar com a pediatra.
Ok, vamos lá, beber água, muitos legumes verdes, comer papaia, um pouco de sumo de laranja, são as recomendações da médica…
A Paxulé adorou tudo o que experimentou, menos a água que não tem sabor, e ,sempre que lhe damos, franze o sobrolho, fica sem perceber o que fazer com aquele líquido na boca, e deita-o cá para fora!!!
Passaram semanas e o cocó era escasso e muito duro, do género de bolinhas de cabra, ou almôndegas de cocó.
Brr...Trocar a fralda tornou-se num mistério.
Tem ou não tem?!
Quando tem, é uma festa e todos gritam de felicidade, confettis e serpentinas invadem o espaço, quando não tem, uma nuvem negra paira no ar e começa a trovejar… uma verdadeira tempestade!
Agora toma laevolac, como eu, e, ao que parece está a entrar para o padrão familiar regular, pois sempre ouvi dizer que quem muito come, muito caga!
Assim esperamos nós que seja…
E coincidência ou não, enquanto escrevia este post, recebo uma mensagem do pai pinguim;
“Queria fazer uma visita. A tua filha já caga que nem gente grande ;) beijos”
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